A lei nº 601 de 18 de setembro de 1850, também conhecida como Lei de Terras tem como marca principal o fato de que, a partir dessa lei a terra adquire o "status" de mercadoria. A terra que até então se inseria num sistema de sesmaria, torna-se produto, substituindo em parte o papel exercido pelo escravo. A partir disso, nosso objetivo essa semana é discutir o impacto da lei de terras na dinâmica imperial e suas consequências.
A lei de 1850 não teve um impacto imediato se tratando de mão-de-obra, pois antes de ser estabelecida a lei se importou uma quantidade exorbitante de escravos o que gerou um impacto menor na principal fonte de lucros da época. Um fator que colaborou para esse impacto menor foi a decadência das culturas tradicionais como a cana-de-açúcar algodão e tabaco. Uma das consequências do final do trafico de escravos foi o surgimento de investimentos em outras áreas como ferrovias e estradas o que auxiliou o capitalismo que estava eclodindo em todo mundo.
ResponderExcluirA lei possibilitou um aumento significativo de renda para o Império já que passou a ser comercializada. Se objetivo era o de favorecer os grandes latifundiários e o de dificultar a compra por parte dos mais pobres que então passariam a trabalhar como mão de obra na colheita de café. Podemos dizer que essa foi uma mudança que se estabelece até hoje e que os favorecimentos aos latifundiários continua no senado já que grande parte da sua bancada é ruralista.
ResponderExcluirA Lei de Terra de 1850 tentou corrigir os erros cometidos pelo Brasil durante o período colonial (nas concessões de sesmarias) e início da independência até sua promulgação (o crescimento do número de posseiros) e, dentro das possibilidades, promover a imigração a fim de substituir o trabalho escravo. A Lei de Terra de 1850 é significativa no que se refere à ocupação da terra no Brasil, pois a partir dela a terra deixou de ser apenas um privilégio e passou a ser encarada como uma mercadoria capaz de gerar lucros.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEssa lei foi muito importante, pois o Império passou a ganhar com a comercialização das terras. Ela não era mais um privilégio e sim um 'produto' (digamos assim). Como no comentário acima diz, ela tentou corrigir erros da época Colonial, mas alguns resultados não foram assim tão rápidos. Dificultando para as pessoas de menos recursos, ela favoreceu os grandes latifundiários.
ResponderExcluirE incrivelmente até hoje, isso acontece. Como argumento para a minha opinião, usando as palavras do Jamelli, afinal, até hoje a bancada do Senado, a maioria é ruralista.
Esta Lei de Terras foi importante, pois criou parâmetros e normas diante das determinações do que se refere a regulamentar as terras, comercializa-las e fazer manutenção das mesmas.
ResponderExcluirCujo objetivo é estabelecer a compra, saindo do sistema de doação e posse. Os proprietarios rurais eram favorecidos, pois passavam a ser os unicos a ter agricultura centralizada. O governo passa a cobrar mais impostos e taxas, com a criação de demarcação dessas terras. As pessoas pobres tem dificuldade de comprar as terras. As consequências são para os mais pobres que não tem acesso a esssas terras, e o governo passa a cobrar mais impostos, dificultando ainda mais a adquirição das mesmas. acredito que a lei de terra foi mesmo importante para a demarcação das propriedades, das quais deveriam ter regras e parêmetros para produção, uma maneira da qual os donos fizessem aquela terra produtiva.